Dificilmente eu consigo entender o que leva as pessoas a se afastarem tão abruptamente umas das outras e cortar todos os diálogos que um dia já foram mais do que o suficientes para sustentar uma amizade que até então parecia completamente impossível de se acabar. E eu dificilmente entendo a forma estarrecedora como esses términos nos afetam, fazendo com que pareça que o mundo vá de repente desabar em cima de nossas cabeças.
Eu já enfrentei vários tipos de términos de amizades: aqueles em que os diálogos encurtam e vocês pouco se veem acarretando assim a uma perda, aqueles em que brigas tornam-se muito frequentes e quase impossíveis de se suportar e aqueles em que a distância acaba corrompendo os laços afetivos. Mas garanto: de todos os términos, o pior foi recentemente quando tudo parecia tão perfeito até que novas mudanças de comportamento mudaram completamente o rumo de uma história.
Comportamentos rudes são difíceis de suportar, ainda mais quando isso vira um completa rotina. Na minha concepção, é errado sustentar uma amizade que te sufoque, que te faça mal. E nos últimos tempos, uma certa amizade havia sufocado a mim e a uma outra amiga. Não encontrávamos palavras que pudessemos diálogar com essa pessoa, para que tudo ocorresse de uma forma mais branda e tranquila. Não havia formas concretas de dizer certas palavras com candura, pois chegamos a um ponto tão crítico que tínhamos medo de tal pessoa ter reações negativas. Esse tipo de medo jamais deve existir numa amizade, afinal de contas ela deve se basear em total confiança e respeito, e deve conhecer a pessoa de forma que ela se torne tão íntima de sua vida que se torne uma irmã (ou um irmão).
O pior de tudo é quando a pessoa recusa-se a aceitar tudo quanto corrompeu a amizade. Quando ela recusa a aceitar que grandes partes de seus comportamentos contribuíram para que tais laços fossem cortados. Orgulho ferido é o pior sentimento que possa permanecer.
Não é errado aceitar os erros e cotribuir para que eles melhorem. Em uma amizade, não é necessário que se acabe com todos os defeitos, mas sim que se crie um espaço para que a convivência com eles torne-se agradável. Eu aprendi a gostar de meus amigos com todos os defeitos que eles têm. E eu me empenho em mudá-los, mas em criar um ambiente para poder conviver com isso, sempre fui assim.
Não consegui entender porque essa pessoa não se deu a chance de mudar. Um dia, ainda tenho esperanças que ela possa se conhecer melhor, que possa aceitar suas próprias falhas e as falhas dos outros.
É extremamente doloroso acabar com uma amizade. Mas quando se gosta muito da pessoa, não importa o que aconteceu: sempre existirá uma esperança de que os bons tempos retornem.
E até lá: eu sempre estarei esperando.
E aceitarei tudo, recomeçando do zero.
terça-feira, 31 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Pérolas 2
*Sessão besteirol.
Envolvidos: Eu, Fê, Camilinha e Tabata, of course.
Fê estava usando uma bonita blusa da Gap.
Tabata foi elogiá-lo:"Nossa, da hora essa blusa da Gáp" (Sim, ela procunciou Gáp, ao invés de Gép)
Fê: Nossa, que burra! ahahaha. É 'Gép' Tabata!
Tabata: Ah, vai, não foi um erro tão ruim...
Eu: Sua mãe te paga um curso de inglês todo mês pra que?
Tabata: Pra mim falar inglês... Peraí... (cara pensativa) Pra eu falar inglês. (Agora sim né...)Camilinha: ahsuahuahsuahsuashau. Como você é burra! O certo é pra mim falar inglês.
Tabata: Acho que não, heim.
Fê: Sei lá, mano...
Eu: Não, gente, tá certo! É pra eu falar INGRÊS (Tá, confesso: sofri a síndrome do Seu Creyson...)
*Tabata resolveu conversar com a gente sobre intercâmbio.
Eu: Mas Teeh, você não vai pra Porto com a gente?
Tabata: Ah, Não sei Cah. Se o intercâmbio der certo, eu não vou né...
Eu: Mas onde você gostaria de ir?
Tabata: Ah, eu tô em dúvida... Não sei se eu vou pro Canadá ou pra Toronto.(...)
* Bruna tomando um café com sua amiga:
Bruna: Me passa o açucar aí.
Amiga: Mas você quer o açucar ou o adoçante?
Bruna: Hummm, passa o açucar diet, é melhor.*
Até minha vó soltou uma muito boa! No café da manhã pós natal ela estava comentando os casos de Lajedo do Tabocal, pequena cidade na Bahia.
Ela: Parece que o prefeito de lá vai ser cassado. No lugar dele, o antigo prefeito vai voltar. Ele estava há muitos anos lá, tipo o carinha lá de Cuba, o Filadélfia. (Sim, ela se referia ao Fidel Castro).
* Estávamos eu, Tabata, Gabriela e minha mãe na sala de cinema assistindo Crepúsculo. Logo no começo do filme, aparece um veado bebendo água.Tabata: Ain, que cachorrinho bonitinho!
Envolvidos: Eu, Fê, Camilinha e Tabata, of course.
Fê estava usando uma bonita blusa da Gap.
Tabata foi elogiá-lo:"Nossa, da hora essa blusa da Gáp" (Sim, ela procunciou Gáp, ao invés de Gép)
Fê: Nossa, que burra! ahahaha. É 'Gép' Tabata!
Tabata: Ah, vai, não foi um erro tão ruim...
Eu: Sua mãe te paga um curso de inglês todo mês pra que?
Tabata: Pra mim falar inglês... Peraí... (cara pensativa) Pra eu falar inglês. (Agora sim né...)Camilinha: ahsuahuahsuahsuashau. Como você é burra! O certo é pra mim falar inglês.
Tabata: Acho que não, heim.
Fê: Sei lá, mano...
Eu: Não, gente, tá certo! É pra eu falar INGRÊS (Tá, confesso: sofri a síndrome do Seu Creyson...)
*Tabata resolveu conversar com a gente sobre intercâmbio.
Eu: Mas Teeh, você não vai pra Porto com a gente?
Tabata: Ah, Não sei Cah. Se o intercâmbio der certo, eu não vou né...
Eu: Mas onde você gostaria de ir?
Tabata: Ah, eu tô em dúvida... Não sei se eu vou pro Canadá ou pra Toronto.(...)
* Bruna tomando um café com sua amiga:
Bruna: Me passa o açucar aí.
Amiga: Mas você quer o açucar ou o adoçante?
Bruna: Hummm, passa o açucar diet, é melhor.*
Até minha vó soltou uma muito boa! No café da manhã pós natal ela estava comentando os casos de Lajedo do Tabocal, pequena cidade na Bahia.
Ela: Parece que o prefeito de lá vai ser cassado. No lugar dele, o antigo prefeito vai voltar. Ele estava há muitos anos lá, tipo o carinha lá de Cuba, o Filadélfia. (Sim, ela se referia ao Fidel Castro).
* Estávamos eu, Tabata, Gabriela e minha mãe na sala de cinema assistindo Crepúsculo. Logo no começo do filme, aparece um veado bebendo água.Tabata: Ain, que cachorrinho bonitinho!
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Querer, querer, querer e querer... é poder?
Confesso que ás vezes me vejo nesse tipo de situação. Aliás, não ás vezes, mas sempre.
São inúmeras as coisas que eu gostaria de fazer na minha vida e a intensidade delas é absurda! O problema é o que separa as duas coisas: a vontade de querer fazer alguma coisa e o cumprimento da mesma.
Não sou o tipo de pessoa que aceita ajuda de outras para conseguir o que quero: minha sede de poder tem que ser saciada somente por meus méritos, sem que ninguém interrompa os meus planejamentos. Isso com certeza me atrapalha um pouco... mas só ás vezes.
Quando se quer obter alguma coisa, você não pode se prender à opiniões e ajudas alheias para conseguir o que quer. Tem que ter em mente que você é capaz de realizar as coisas por si mesmo.
Atualmente, me encontro numa situação agustiante: quero várias coisas ao mesmo tempo e pra ontem! São planejamentos para a faculdade, diversos cursos em mente, viagens e trabalhos. Sei que é complicadíssimo conciliar tudo ao mesmo tempo, mas pra mim a palavra impossível é completamente desconhecida. Aliás, não deveria nem existir em meu vocabulário.
O que falta pra mim é tempo e dinheiro para realizar os meus sonhos. E sonhos não deveriam ser baseados nessas coisas. Tudo que está fora do meu alcance me impossiona a continuar a lutar até que eu consiga.
Ultimamente, tenho sido alvo de minha própria angústia. Uma angústia que assola os meus pensamentos quase que vinte e quatro horas por dia: a incerteza.
Incerteza de que sou capaz de fazer tudo por mim mesma, incerteza de conseguir o que quero... Realizar sonhos não é uma tarefa fácil, mas quando ela se torna mais complexa você se sente sufocada, pensa em abandoná-los para conquistar alhuma coisa mais fácil. Eu mesma, inclusive, já pensei nessa opção. Mas depois, começo a me ver numa situação em que meus sonhos se realizam e então tudo vale a pena. Até mesmo lutar por algo que as pessoas não acreditam que você conseguirá. Aliás, isso têm me inspirado muito a continuar: cumprir com desafios insuportavelmente difíceis sacia minha sede de poder.
Eu assumo com todas as letras: quero agarrar o mundo com meus próprios braços!
Impossível? No sentido literal da palavra, sim.
Mas não em minhas concepções.
O mundo é pequeno demais pra mim.
São inúmeras as coisas que eu gostaria de fazer na minha vida e a intensidade delas é absurda! O problema é o que separa as duas coisas: a vontade de querer fazer alguma coisa e o cumprimento da mesma.
Não sou o tipo de pessoa que aceita ajuda de outras para conseguir o que quero: minha sede de poder tem que ser saciada somente por meus méritos, sem que ninguém interrompa os meus planejamentos. Isso com certeza me atrapalha um pouco... mas só ás vezes.
Quando se quer obter alguma coisa, você não pode se prender à opiniões e ajudas alheias para conseguir o que quer. Tem que ter em mente que você é capaz de realizar as coisas por si mesmo.
Atualmente, me encontro numa situação agustiante: quero várias coisas ao mesmo tempo e pra ontem! São planejamentos para a faculdade, diversos cursos em mente, viagens e trabalhos. Sei que é complicadíssimo conciliar tudo ao mesmo tempo, mas pra mim a palavra impossível é completamente desconhecida. Aliás, não deveria nem existir em meu vocabulário.
O que falta pra mim é tempo e dinheiro para realizar os meus sonhos. E sonhos não deveriam ser baseados nessas coisas. Tudo que está fora do meu alcance me impossiona a continuar a lutar até que eu consiga.
Ultimamente, tenho sido alvo de minha própria angústia. Uma angústia que assola os meus pensamentos quase que vinte e quatro horas por dia: a incerteza.
Incerteza de que sou capaz de fazer tudo por mim mesma, incerteza de conseguir o que quero... Realizar sonhos não é uma tarefa fácil, mas quando ela se torna mais complexa você se sente sufocada, pensa em abandoná-los para conquistar alhuma coisa mais fácil. Eu mesma, inclusive, já pensei nessa opção. Mas depois, começo a me ver numa situação em que meus sonhos se realizam e então tudo vale a pena. Até mesmo lutar por algo que as pessoas não acreditam que você conseguirá. Aliás, isso têm me inspirado muito a continuar: cumprir com desafios insuportavelmente difíceis sacia minha sede de poder.
Eu assumo com todas as letras: quero agarrar o mundo com meus próprios braços!
Impossível? No sentido literal da palavra, sim.
Mas não em minhas concepções.
O mundo é pequeno demais pra mim.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Férias de verão
Eu jurava com todas as minhas forças que minha férias seriam completamente tediosos e muito família, como elas têm sido muito nos últimos tempos. Acho que dessa vez eu tive uma surpresa.
Logo no começo das férias, estive envolvida com a apresentação de uma peça de Guimarães Rosa no curso de teatro amador. Foram semanas de ensaios intensos e, devido ao curto prazo de tempo, quase que acabamos por desistir. Porém, tudo correu muito bem: conseguimos apresentar a peça que, apesar de complexa, ficou super bonita na montagem final. E serviu muito bem pra mim: agora eu tenho certeza absoluta do que eu quero pra minha vida... Interpretar virou minha prioridade maior.
Depois da apresentação da peça, tivemos um esquenta pra Porto Seguro 2009. Ah, sim, o pessoal do ensino médio geralmente segue a tradição e parte em direção à ensolorada cidade da Bahia como festa de formatura. Banda Eva tocando no esquenta, micareta pela primeira vez na minha vida. E foi até engraçado, sabe. Não curto micaretas e tendo a ficar meio irritada quando só toca um determinado tipo de música por muito tempo, que foi o que aconteceu: até metade da festa era só funk. O pessoal fica em cima o tempo todo. Certamente, se eu fosse com o propósito de só ficar com pessoas teria finalizado com uns cinquenta... Nojento. Apesar disso, me diverti muito! Principalmente com as minhas companhias, que foram certamente as melhores. Só não curti muito ter reencontrado algumas meninas que estudaram comigo no passado... Me senti um pouco desconfortável só de olhar pra elas.
Depois disso, marquei um cinema, claro. Eu, mamãe e mais duas amigas fomos assitir Crepúsculo. Adoro o livro, sou fanática pela saga e pelo vampiro de olhos dourados. E geralmente prefiro os livros do que as adaptações cinematográficas, então achei que o filme deixou um pouco a desejar. Efeitos especiais fracos, maquiagem ruinzinha e uma protagonista um tanto inexpressiva. Mas tudo bem, valeu o rolê.
Depois disso, natal em casa com a família. Ano novo na casa de amigos de parentes. Me senti um pouco deslocada, mas foi bom até. É legal variar um pouquinho.
Depois, saídas a barzinhos com alguns amigos, que valeu a pena também.
A PRAIA
Férias sem praia é quase inexistente para algumas pessoas. Eu sou uma delas.
Eu e minha mãe alugamos uma pusada em Boiçucanga no litoral norte e ficamos lá por uma semana. Companhias: minha irmã mais nova e minhas duas primas.
Logo quando chegamos, fomos jantar num pequeno restaurante do shopping. No dia seguinte, fomos pegar praia em Maresias, porque Boiçucanga era mais indicado para quem realmente morava por lá. No terceiro dia, fomos para Juquehy. Apesar da ventania que se formava pela praia, também curtimos bastante. A tarde, fomos ver o sol em Boiçucanga, e então percebi porque a praia era meio escassa de turistas: a areia era inclinada e as águas meio fundas. No entanto, a vista que ela proporciona no final da tarde é paradisíaca. Linda mesmo! Quarto dia, Cambury: a praia estava repleta de gente bonita... eram muuuuuuitos surfistas. Porém, foi o dia mais complicado: o calor era tão insuportável que dava para fritar um ovo na cabeça, literalmente falando! No quinto e último dia, nós fomos de manhã de novo para Juquehy, só para conferir as tendas da Nickelodeon. Exigência da minha irmã... Definitivamente, foi uma semana maravilhosa!
Na volta, fui no cinema com outra amiga minha assistir Sete Vidas. O filme é divino! Sério, recomendo pra todo mundo. E também vi Marley&Eu nas férias. Eu tinha me apaixonado pelo livro e me surpreendi com o fato de a maioria dos detalhes do livro serem mostradas no filme. CHOREI DEMAAAAAAAIS!
No último final de semana de férias, voltei pra Juquehy. Lá foi bem divertido, principalmente no domingo quando andamos de banana boat. Foi bem divertido.
E agora, volta ás aulas. Já comecei com uma pequena carga horária de estudos, porque esse ano tem vestibular. E eu sinceramente quero passar sem fazer cursinho ou precisar apelar para as faculdades de zé ninguém...
Já vamos começar a arrecadar dinheiro para a formatura.
Se Deus quiser, tudo vai dar certo!
Logo no começo das férias, estive envolvida com a apresentação de uma peça de Guimarães Rosa no curso de teatro amador. Foram semanas de ensaios intensos e, devido ao curto prazo de tempo, quase que acabamos por desistir. Porém, tudo correu muito bem: conseguimos apresentar a peça que, apesar de complexa, ficou super bonita na montagem final. E serviu muito bem pra mim: agora eu tenho certeza absoluta do que eu quero pra minha vida... Interpretar virou minha prioridade maior.
Depois da apresentação da peça, tivemos um esquenta pra Porto Seguro 2009. Ah, sim, o pessoal do ensino médio geralmente segue a tradição e parte em direção à ensolorada cidade da Bahia como festa de formatura. Banda Eva tocando no esquenta, micareta pela primeira vez na minha vida. E foi até engraçado, sabe. Não curto micaretas e tendo a ficar meio irritada quando só toca um determinado tipo de música por muito tempo, que foi o que aconteceu: até metade da festa era só funk. O pessoal fica em cima o tempo todo. Certamente, se eu fosse com o propósito de só ficar com pessoas teria finalizado com uns cinquenta... Nojento. Apesar disso, me diverti muito! Principalmente com as minhas companhias, que foram certamente as melhores. Só não curti muito ter reencontrado algumas meninas que estudaram comigo no passado... Me senti um pouco desconfortável só de olhar pra elas.
Depois disso, marquei um cinema, claro. Eu, mamãe e mais duas amigas fomos assitir Crepúsculo. Adoro o livro, sou fanática pela saga e pelo vampiro de olhos dourados. E geralmente prefiro os livros do que as adaptações cinematográficas, então achei que o filme deixou um pouco a desejar. Efeitos especiais fracos, maquiagem ruinzinha e uma protagonista um tanto inexpressiva. Mas tudo bem, valeu o rolê.
Depois disso, natal em casa com a família. Ano novo na casa de amigos de parentes. Me senti um pouco deslocada, mas foi bom até. É legal variar um pouquinho.
Depois, saídas a barzinhos com alguns amigos, que valeu a pena também.
A PRAIA
Férias sem praia é quase inexistente para algumas pessoas. Eu sou uma delas.
Eu e minha mãe alugamos uma pusada em Boiçucanga no litoral norte e ficamos lá por uma semana. Companhias: minha irmã mais nova e minhas duas primas.
Logo quando chegamos, fomos jantar num pequeno restaurante do shopping. No dia seguinte, fomos pegar praia em Maresias, porque Boiçucanga era mais indicado para quem realmente morava por lá. No terceiro dia, fomos para Juquehy. Apesar da ventania que se formava pela praia, também curtimos bastante. A tarde, fomos ver o sol em Boiçucanga, e então percebi porque a praia era meio escassa de turistas: a areia era inclinada e as águas meio fundas. No entanto, a vista que ela proporciona no final da tarde é paradisíaca. Linda mesmo! Quarto dia, Cambury: a praia estava repleta de gente bonita... eram muuuuuuitos surfistas. Porém, foi o dia mais complicado: o calor era tão insuportável que dava para fritar um ovo na cabeça, literalmente falando! No quinto e último dia, nós fomos de manhã de novo para Juquehy, só para conferir as tendas da Nickelodeon. Exigência da minha irmã... Definitivamente, foi uma semana maravilhosa!
Na volta, fui no cinema com outra amiga minha assistir Sete Vidas. O filme é divino! Sério, recomendo pra todo mundo. E também vi Marley&Eu nas férias. Eu tinha me apaixonado pelo livro e me surpreendi com o fato de a maioria dos detalhes do livro serem mostradas no filme. CHOREI DEMAAAAAAAIS!
No último final de semana de férias, voltei pra Juquehy. Lá foi bem divertido, principalmente no domingo quando andamos de banana boat. Foi bem divertido.
E agora, volta ás aulas. Já comecei com uma pequena carga horária de estudos, porque esse ano tem vestibular. E eu sinceramente quero passar sem fazer cursinho ou precisar apelar para as faculdades de zé ninguém...
Já vamos começar a arrecadar dinheiro para a formatura.
Se Deus quiser, tudo vai dar certo!
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Pérolas
*Em um belo dia de educação física, Camila (eu) e Tabata estavam lado a lado correndo. O brinco de Camila prendeu em seu cabelo e, quando ela foi tentar tirar a tarracha que também prendeu no cabelo, soltou: Ai, minha rosquinha! (?)
*Gabriela teve a brilhante idéia de sugerir filmes: "Vamos fazer uma sessão cinema na casa da Mila? Harry Potter, Senhor dos ANAIS..."
* Camila e Tabata estavam fazendo trabalho de redação e Tabata escrevia a história que Camila ditava na folha.
Camila: "Diz que a história se passa em Paris"
Tabata: "Paris... Fica na Inglaterra né?"
* Camilinha (não eu, por favor, a outra!) estava dando sugestões de onde viajar:"Deve ser ótimo visitar a Itália, a capital de Roma."
* Na sala de aula, numa conversa sobre a Disney:
Gabriela: Têm outras Disneys que não são em Orlando.
Camilinha: Aham. Têm aquela Eurodisney na França.
Tabata: Ha! Mas têm duas Orlandos também. Uma na Flórida e outra nos Estados Unidos.(?!)
*Na aula de química, a matéria era sobre ácidos.Numa conversa muito louca, de uma coisa leva a outra, chegamos ao papo do refrigerante. Camilinha soltou essa:"Refrigerante... ácido sulfúrico!"Até hoje, Mancini não poupa sua formativa.
*Numa conversa com seu amigo, Tabata estava irritada com tantas brincadeirinha imbecils que seu amigo fazia com ela. Na maioria das vezes, ela não entendia o que ele falava, então ele se aproveitou da situação:
Tabata: Ham?
Ele: Burguer!
Tabata: Que?
Ele: Jo
Quando ele finalmente não entendeu o que ela disse e ela teve a oportunidade de lançar a brincadeira... Bom, eis o resultado:
Ele: Ham?
Tabata: Queijo! Hahaha, te peguei!
Sério mesmo?
* Na aula de filosofia, o professor começou a falar dos padrões de beleza exigidos pela sociedade.Professor: Hoje em dia, o protótipo da mulher é: ter cintura fina, rosto bonito, peitos grandes, boca grande...Camilinha: É né... Tipo a CAROLINA BACCHI!Eu acho que o professor não volta...
*Tabata, numa tentativa frustrada de zoar Fê, escreveu em seu orkut:"Vai, oh, vai pra sua terra natal...a NASA!"Ai, céus!
*Gabriela teve a brilhante idéia de sugerir filmes: "Vamos fazer uma sessão cinema na casa da Mila? Harry Potter, Senhor dos ANAIS..."
* Camila e Tabata estavam fazendo trabalho de redação e Tabata escrevia a história que Camila ditava na folha.
Camila: "Diz que a história se passa em Paris"
Tabata: "Paris... Fica na Inglaterra né?"
* Camilinha (não eu, por favor, a outra!) estava dando sugestões de onde viajar:"Deve ser ótimo visitar a Itália, a capital de Roma."
* Na sala de aula, numa conversa sobre a Disney:
Gabriela: Têm outras Disneys que não são em Orlando.
Camilinha: Aham. Têm aquela Eurodisney na França.
Tabata: Ha! Mas têm duas Orlandos também. Uma na Flórida e outra nos Estados Unidos.(?!)
*Na aula de química, a matéria era sobre ácidos.Numa conversa muito louca, de uma coisa leva a outra, chegamos ao papo do refrigerante. Camilinha soltou essa:"Refrigerante... ácido sulfúrico!"Até hoje, Mancini não poupa sua formativa.
*Numa conversa com seu amigo, Tabata estava irritada com tantas brincadeirinha imbecils que seu amigo fazia com ela. Na maioria das vezes, ela não entendia o que ele falava, então ele se aproveitou da situação:
Tabata: Ham?
Ele: Burguer!
Tabata: Que?
Ele: Jo
Quando ele finalmente não entendeu o que ela disse e ela teve a oportunidade de lançar a brincadeira... Bom, eis o resultado:
Ele: Ham?
Tabata: Queijo! Hahaha, te peguei!
Sério mesmo?
* Na aula de filosofia, o professor começou a falar dos padrões de beleza exigidos pela sociedade.Professor: Hoje em dia, o protótipo da mulher é: ter cintura fina, rosto bonito, peitos grandes, boca grande...Camilinha: É né... Tipo a CAROLINA BACCHI!Eu acho que o professor não volta...
*Tabata, numa tentativa frustrada de zoar Fê, escreveu em seu orkut:"Vai, oh, vai pra sua terra natal...a NASA!"Ai, céus!
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Drogas: alucinantes e fascinantes
Eu nunca tive uma grande curiosidade de experimentar o que é proposto na rodinha de colegas. Nunca me importei com os rótulos de garota tediosa e santa que muitas vezes eu senti que as pessoas me propunham. E eis aqui eu, no frescor dos meus 15 anos de idade, totalmente perfeita, sem ter que conviver com falhas na saúde, perda de peso e nem mesmo uma mudança absurda de meu rosto. E ainda assim, tenho que conviver com pessoas que não fazem exatamente o mesmo. E nenhuma delas sabem exatamente o quanto é bom poder subir e descer escadas sem ter que conviver com um cansaço absurdo, que não é normal a uma pessoa saudável. Sempre me preocupei com mim mesma, antes de tudo. Sempre tive o orgulho de dizer que, enquanto várias pessoas bebiam excessivamente em festas e baladas, eu estava totalmente sóbria, sem ter que conviver com ressacas ou amnésias. O mais legal de tudo: eu podia dançar e curtir tudo sem estar com uma gosta sequer de álcool na cabeça. A única vez que tive um problema de abuso foi em um dos podts que publiquei abaixo. E o resultado deu no que deu...
Acho que o mais importante de tudo é ter a consciência absoluta do que está sendo feiro no próprio corpo. Não me sinto no direito de criticar quem ama beber em excessos ou fumar que nem um condenado, mas eu nunca encontrei graça nisso. Principalmente porque acho que as pessoas ficam totalmente alteradas no comportamento: quando bebem, fazem coisas que até Deus duvida, acabam tendo dores de cabeça, enjoôs e ,principalmente, enchendo o saco de pessoas que não tem absolutamente nada a ver com a bebedeira excessiva. E eu, particularmente, acho a coisa mais chata do mundo ter que cuidar de gente bêbada. Na maioria das vezes, sempre acontece de um "banana" ter que dar banho e colocar o bebezinho na cama afim de amenizar os efeitos do álcool provocados na pessoa. E se tem uma coisa que eu não faço nem que me paguem é tomar conta de pessoas que abusam disso: se bebeu, assuma com suas responsabilidades. Eu não vou me privar das minhas diversões pra poder cuidar de ninguém. E tem mais: não há coisa mais nojenta do que estar perto de quem bebe e de quem fuma. Uma coisa que eu sempre percebo muito nas pessoas, é o cheiro delas. Acho particularmente fundamental que a pessoa tenha um odor que adrade aos narizes alheios e não lhes causem repulsas. E tem coisa pior do que sentir o hálito alcoólico de uma pessoa ou de conviver com aquele cheiro abundante de fumaça que lhes restou. E o pior de tudo é que todo mundo perdeu a educação e o senso do ridículo: é extremamente irritante ter que chegar em casa com um cheiro de fumaça insuportável nas roupas e no cabelo. E o piór é que quem fuma não dá a mínima para quem está do seu lado. Uma coisa é certa: não beijo e nem me aproximo de homem nenhum que esteja sob o efeito de álcool ou cigarro. Tudo porque O CHEIRO ME INCOMODA!
Bom, mas voltando ao que interessa: não são o cigarro nem a bebida que me preocupam. Saio da escola, após um longo dia de estudois e de professores buzinando em minha orelha e dou de cara com um bando de adolescentes absurdamente jovens com um cigarro na boca. E pior: se acham verdadeiros malandrões por isso. E dá-lhe perfume e bala pra sustentar aquele "hálito refrescante" e "peles e roupas incrivelmente cheirosas". O pior de tudo é que: isso é apenas o começo.
Uma das principais razões por eu abominar drogas é uma expreiência que passo dentro de minha família, no qual outros familiares e amigos íntimos acabam que por conviver também. E esse membro é: meu tio.
Tudo começa com uma rodinha de cigarros, bebidas e baseados com amigos. E depois de tudo, aproxima-se a hora de consumir algo ainda mais alucinante. Algo que fascine. Ele entrou nessa furada quando tinha mais ou menos a minha idade. E conforme o tempo, as coisas foram se agravando.
Ele nunca tinha sido um protótipo de homem a ser jogado fora: era dono de uma beleza absurda. Loiro, olhos castanhos, 1,76m de altura, pele dourada e corpo atlético. Em seus tempos de glória, passaria por um australiano numa boa. Teve grandes oportunidades de constituir uma família maravilhosa: tinha uma namorada loira, rica e responsável que o amava. Namorou com ela durante anos, mas conseguiu deixar que ela lhe escapasse por suas experiências. Ela me disse, inclusive, que o amava mas que acima de tudo tinha amor próprio... E estava cansada de ter que passar a mão na cabeça dele o tempo todo. Em suma: o namoro terminou, ambos sofreram. Hoje em dia, ela tem um filho, e está mais feliz do que nunca com essa maternidade.
Uma coisa que sempre me corrói é ver uma família assim e saber que ela está ficando pra trás. Sua vida está sendo jogada pelo ralo todos os dias. E tudo para suprir uma vontade obsessiva: consumir crack.
Ele já trabalhou com o ramo imobiliário. Alugava flats e dava de cara com as pessoas mais bonitas da alta sociedade. Era um puta emprego, e o salário era o que muitos pais de família suavam pra sustentar a família. E ele largou tudo.
O desespero se torna cada vez maior a cada dia que passa. Internamos o indivíduo uma vez, em uma clínica. Mas como os pacientes deveriam estar lá por vontade própria, ele saiu. Durante meses, engordou quilos e provou por que estávamos certos sobre ele. Voltou para o emprego e parou de beber. Mas isso durou pouco...
Meses depois ele estava de volta, dando a mesma dor de cabeça pra todo mundo. Vendeu várias coisas dentro da casa da própria mãe, passou a mentir descaradamente e sofreu mudanças de personalidade que assustam a qualquer um.
O cúmulo foi quando vendeu os acessórios com os quais minha mãe trabalha. Custam muito caro e ela teria que levá-los para uma reunião com a empresa em que trabalha. Ela chorava tanto que soluçava. Não quer mais saber dele. É difícil conviver com essa decisão, mas acho que de alguma forma, um dia, essa dor o fará perceber o que ele está deixando para trás.
Eu não sou uma co0mpleta careta por ignorar toda essa alucinação. E o que eu penso de gente que se droga pra se divertir: são todos hipócritas. Patéticos. Não sabem o quanto isso afeta quem os ama.
E eu me amo muito pra me sucumbir a uma imbecilidade dessas.
E QUE TODO MUNDO EVITE A COCAÍNA E DÊ UM ALÔ PRA GERAÇÃO SAÚDE!!
Acho que o mais importante de tudo é ter a consciência absoluta do que está sendo feiro no próprio corpo. Não me sinto no direito de criticar quem ama beber em excessos ou fumar que nem um condenado, mas eu nunca encontrei graça nisso. Principalmente porque acho que as pessoas ficam totalmente alteradas no comportamento: quando bebem, fazem coisas que até Deus duvida, acabam tendo dores de cabeça, enjoôs e ,principalmente, enchendo o saco de pessoas que não tem absolutamente nada a ver com a bebedeira excessiva. E eu, particularmente, acho a coisa mais chata do mundo ter que cuidar de gente bêbada. Na maioria das vezes, sempre acontece de um "banana" ter que dar banho e colocar o bebezinho na cama afim de amenizar os efeitos do álcool provocados na pessoa. E se tem uma coisa que eu não faço nem que me paguem é tomar conta de pessoas que abusam disso: se bebeu, assuma com suas responsabilidades. Eu não vou me privar das minhas diversões pra poder cuidar de ninguém. E tem mais: não há coisa mais nojenta do que estar perto de quem bebe e de quem fuma. Uma coisa que eu sempre percebo muito nas pessoas, é o cheiro delas. Acho particularmente fundamental que a pessoa tenha um odor que adrade aos narizes alheios e não lhes causem repulsas. E tem coisa pior do que sentir o hálito alcoólico de uma pessoa ou de conviver com aquele cheiro abundante de fumaça que lhes restou. E o pior de tudo é que todo mundo perdeu a educação e o senso do ridículo: é extremamente irritante ter que chegar em casa com um cheiro de fumaça insuportável nas roupas e no cabelo. E o piór é que quem fuma não dá a mínima para quem está do seu lado. Uma coisa é certa: não beijo e nem me aproximo de homem nenhum que esteja sob o efeito de álcool ou cigarro. Tudo porque O CHEIRO ME INCOMODA!
Bom, mas voltando ao que interessa: não são o cigarro nem a bebida que me preocupam. Saio da escola, após um longo dia de estudois e de professores buzinando em minha orelha e dou de cara com um bando de adolescentes absurdamente jovens com um cigarro na boca. E pior: se acham verdadeiros malandrões por isso. E dá-lhe perfume e bala pra sustentar aquele "hálito refrescante" e "peles e roupas incrivelmente cheirosas". O pior de tudo é que: isso é apenas o começo.
Uma das principais razões por eu abominar drogas é uma expreiência que passo dentro de minha família, no qual outros familiares e amigos íntimos acabam que por conviver também. E esse membro é: meu tio.
Tudo começa com uma rodinha de cigarros, bebidas e baseados com amigos. E depois de tudo, aproxima-se a hora de consumir algo ainda mais alucinante. Algo que fascine. Ele entrou nessa furada quando tinha mais ou menos a minha idade. E conforme o tempo, as coisas foram se agravando.
Ele nunca tinha sido um protótipo de homem a ser jogado fora: era dono de uma beleza absurda. Loiro, olhos castanhos, 1,76m de altura, pele dourada e corpo atlético. Em seus tempos de glória, passaria por um australiano numa boa. Teve grandes oportunidades de constituir uma família maravilhosa: tinha uma namorada loira, rica e responsável que o amava. Namorou com ela durante anos, mas conseguiu deixar que ela lhe escapasse por suas experiências. Ela me disse, inclusive, que o amava mas que acima de tudo tinha amor próprio... E estava cansada de ter que passar a mão na cabeça dele o tempo todo. Em suma: o namoro terminou, ambos sofreram. Hoje em dia, ela tem um filho, e está mais feliz do que nunca com essa maternidade.
Uma coisa que sempre me corrói é ver uma família assim e saber que ela está ficando pra trás. Sua vida está sendo jogada pelo ralo todos os dias. E tudo para suprir uma vontade obsessiva: consumir crack.
Ele já trabalhou com o ramo imobiliário. Alugava flats e dava de cara com as pessoas mais bonitas da alta sociedade. Era um puta emprego, e o salário era o que muitos pais de família suavam pra sustentar a família. E ele largou tudo.
O desespero se torna cada vez maior a cada dia que passa. Internamos o indivíduo uma vez, em uma clínica. Mas como os pacientes deveriam estar lá por vontade própria, ele saiu. Durante meses, engordou quilos e provou por que estávamos certos sobre ele. Voltou para o emprego e parou de beber. Mas isso durou pouco...
Meses depois ele estava de volta, dando a mesma dor de cabeça pra todo mundo. Vendeu várias coisas dentro da casa da própria mãe, passou a mentir descaradamente e sofreu mudanças de personalidade que assustam a qualquer um.
O cúmulo foi quando vendeu os acessórios com os quais minha mãe trabalha. Custam muito caro e ela teria que levá-los para uma reunião com a empresa em que trabalha. Ela chorava tanto que soluçava. Não quer mais saber dele. É difícil conviver com essa decisão, mas acho que de alguma forma, um dia, essa dor o fará perceber o que ele está deixando para trás.
Eu não sou uma co0mpleta careta por ignorar toda essa alucinação. E o que eu penso de gente que se droga pra se divertir: são todos hipócritas. Patéticos. Não sabem o quanto isso afeta quem os ama.
E eu me amo muito pra me sucumbir a uma imbecilidade dessas.
E QUE TODO MUNDO EVITE A COCAÍNA E DÊ UM ALÔ PRA GERAÇÃO SAÚDE!!
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Amor Imperfeito
Quem nunca teve problemas amorosas?
Certamente, todo mundo já passou por uma situação dessas...
Rolos que nunca são solucionados, namoros difíceis de se terminar, amores incorrespondidos e imperfeitos... Qualquer que seja a situação, há sempre um pequeno probleminha assim, bem difícil de solucionar.
Eu mesma já passei por uma situação dessas: costumava ficar com um garoto que nunca me dava muita trégua. Durante muito tempo, mantive-me nessa situação insuportável: ele só me via quando ele queria, era um amor de pessoa quando estava comigo, mas quando ia embora sumia por um longo tempo e só retornava bem depois. Quando eu fialmente resolvi procurá-lo para conversarmos sobre tal situação, acabei tendo uma surpresa um tanto que desagradável... Mas que afinal não era tanta surpresa assim: ele dizia que sumia daquela forma porque não queria compromissos. E eu acreditei durante muito tempo numa história ilusóra. A verdade me doeu, ainda mais quando eu soube que ele tinha uma estranha meta a cumprir de beijar 100 garotas em um ano (!).
Nunca fui de criar metas na minha vida. Até porque acredito que quando uma pessoa cria muitas metas acaba ficando presa na tarefa de cumpri-las e de não aproveitar certas situações. Acho que cada um tem o direito de viver a vida da forma que achar melhor, sem se preocupar com o que as pessoas vão dizer. Quando conversei com ele a respeito disso, expus muito bem a minha opinião: achava isso uma tremenda infantilidade, ainda mais vinda de um rapaz de 18 anos (se ele tivesse uns 14 ou 15 seria até mais aceitável...). Porém, ele pouco se importou com a minha opinião. Acho que ele estava certo em não dar a mínima pra isso porque, como eu disse, cada um tem que viver da forma que acha melhor. Mas de fato, o que ele me falou, ficou martelando durante muito tempo na minha cabeça. Minhas amigas me diziam que era impossível ele não ter sentido nada em relação a mim durante todo esse "relacionamento". Eu ficava me culpando por ter sido tão idiota em acreditar nas palavras de um garoto medíocre... Chorei de raiva, massacrei o computador (porque foi tudo dito de forma cibernética, o que é pior), gritei sozinha em casa e fiz minhas amigas ficarem loucas com o meu ataque repentino.
Depois de tudo isso, encontrei-o numa festa. Cumprimentamo-nos normalmente, e eu até conversei com ele com muito mais candura do que antes. Falei que eu tinha que aceitar que era isso o que ele queria. E tudo ficou por aí...
Mas foi inevitável não ter dado um surto aquele dia. Não comi nada durante o dia inteiro e fiquei bebendo pra tentar esquecer os meus problemas e, principalmentem, esquecer que ele estava ali. Minha pressão baixou e eu desmaiei. E adivinha só quem me socorreu...
Por conta disso, passei a noite toda me acusando sobre as besteiras que eu havia feito. Era a festa de aniversário de uma amiga que eu não via há muito tempo e, ao invés de aprveitar aquele momento, eu simplesmente deixei-o passar com um surto irritante.
Depois disso, resolvi que queria dar um ponto final em toda essa história. Comecei a fazer de tudo para esquecê-lo e a tratar com indiferença todas as lembranças que eu tinha dele. Queria deixar pra trás um infantil daqueles...
Durante muito tempo, foi difícil. Lembrava-me dele toda hora e sentia uma imensa vontade de chorar, coisa que eu controlei muito devido ao meu orgulho. Mas, depois de um tempo, essa estranha dor foi passando. Acabei me esquecendo (mas não completamente) dele. Comecei a sair muito mais com as minha amigas, a me divertir em qualquer lugar que fosse. Tive uma gincana pra participar (a qual foi um sucesso aqui no condomínio), danças no colégio e peça de teatro. Me divertia como nunca. Comecei inclusive a sentir atração por outros rapazes, coisas que há muito tempo eu desconhecia por ter focado somente naquele "loiro" de 1,80m. Um, em particular, chamou-me a atenção, com um par reluzente de olhos verdes e cabelos cacheados. Só fui beijá-lo depois de muito tempo na enrolação mas, digo que de certa forma, valeu a pena. Por mais que a situação foi um tanto, hum, inusitada...
Por quê inusitada? Eu explico: o loirinho delícia lá voltou atrás com a decisão do "curtir a vida adoidado" dele. Me pediu desculpas por tudo o que ele havia feito, reconheceu que ele tinha sido um idiota comigo e tudo o mais. Conversamos pessoalmente, eu aceitei o pedido de desculpas dele e a gente voltou a se encontrar, dessa vez numa situação mais séria. Meus pais viraram a cara para mim. Afinal de contas, nenhum dos dois queria me ver sofrendo outra vez por causa disso... Tomei minha decisão e segui em frente.
Porém, nada foi como antes. Era uma relação estranha, um amor imperfeito. Acho que não basta apenas gostar da pessoa para aceitar algumas situações. Tem que amá-la. E amar sempre foi uma palavra que me causou pânico...
Comecei a ficar confusa a respeito de tudo. Lembrei-me daqueles outros olhos verdes e uma sensação de pavor me acometeu. Tive, finalmente, a oportunidade de beijá-lo. E, como eu mesma disse, não desperdicei a chance. Lembro-me de cada detalhe: das conversas que antecederam o fato, do nervosismo que me acometeu ( e olha que geralmente eu não fico nervosa), de quando ele me chamou pra perto dele, da língua deslizando pra dentro da minha boca com um piercing que até então nunca tinha sentido. Subi para o meu apartamento completamente desnorteada, sem saber o que eu queria.
A gota d'água em relação ao loirinho (mais uma vez), foi quando ele começou a desaparecer outra vez da minha vida. Em um sábado, inclusive, eu o avistei perto de casa, num shoppinho onde as pessoas costumam se reunir para conversar, tomar um chope e tudo o mais. Tenho certeza absoluta que, apesar de estar bem perto da minha casa, ele não faria a mínima menção de me chamar. Quando nos vimos, ele ficou com uma cara de tacho, do tipo: por essa eu não esperava. Cumprimentamo-nos de longe e falamos bem pouco. Ele disse que me ligaria. Mas não ligou.
Eis aqui a questão: cansei de viver com angustias e decepções desnecessárias. Cansei de esperar pelo duvidoso, de criar expectativas por uma coisa que eu não sei se realmente dará certo. Gosto, sim, dele. Mas não o suficiente.
Prefiro uma amizade legal do que siplesmente estar com uma pessoa gostando mais ou menos dela. Resolvi colocar um ponto final na história: terminei tudo o que não começamos pela internet mesmo, afinal é o único meio que ele sabe exatamente como se comunicar.
E quanto a mim, vou continuar vivendo a vida normalmente. Tive o apoio fenomenal dos meus amigos e da minha família a respeito disso. Minha mãe deu aquele ombro amigo do qual eu sei que preciso pra sempre. E até meu pai chamou-me para conversar, numa deliciosa prosa no qual ele dizia que "uma garota linda e inteligente como eu não poderia dar trela pra um zé roela como ele" e tantas outras coisas. Certamente, ouvir meu pai falar deixa qualquer pessoa absurdamente tímida ou confiante. Nessa situação, ele me fez acreditar em mim mesma e estar 100% confiante.
Foi deixar a vida fluir, aproveitar cada momento e amadurecer, é claro.
Afinal de contas, ninguém quer levar até o final da vida a dor e a delícia de um amor imperfeito.
E eu nunca estive tão feliz e segura de mim mesma!
Certamente, todo mundo já passou por uma situação dessas...
Rolos que nunca são solucionados, namoros difíceis de se terminar, amores incorrespondidos e imperfeitos... Qualquer que seja a situação, há sempre um pequeno probleminha assim, bem difícil de solucionar.
Eu mesma já passei por uma situação dessas: costumava ficar com um garoto que nunca me dava muita trégua. Durante muito tempo, mantive-me nessa situação insuportável: ele só me via quando ele queria, era um amor de pessoa quando estava comigo, mas quando ia embora sumia por um longo tempo e só retornava bem depois. Quando eu fialmente resolvi procurá-lo para conversarmos sobre tal situação, acabei tendo uma surpresa um tanto que desagradável... Mas que afinal não era tanta surpresa assim: ele dizia que sumia daquela forma porque não queria compromissos. E eu acreditei durante muito tempo numa história ilusóra. A verdade me doeu, ainda mais quando eu soube que ele tinha uma estranha meta a cumprir de beijar 100 garotas em um ano (!).
Nunca fui de criar metas na minha vida. Até porque acredito que quando uma pessoa cria muitas metas acaba ficando presa na tarefa de cumpri-las e de não aproveitar certas situações. Acho que cada um tem o direito de viver a vida da forma que achar melhor, sem se preocupar com o que as pessoas vão dizer. Quando conversei com ele a respeito disso, expus muito bem a minha opinião: achava isso uma tremenda infantilidade, ainda mais vinda de um rapaz de 18 anos (se ele tivesse uns 14 ou 15 seria até mais aceitável...). Porém, ele pouco se importou com a minha opinião. Acho que ele estava certo em não dar a mínima pra isso porque, como eu disse, cada um tem que viver da forma que acha melhor. Mas de fato, o que ele me falou, ficou martelando durante muito tempo na minha cabeça. Minhas amigas me diziam que era impossível ele não ter sentido nada em relação a mim durante todo esse "relacionamento". Eu ficava me culpando por ter sido tão idiota em acreditar nas palavras de um garoto medíocre... Chorei de raiva, massacrei o computador (porque foi tudo dito de forma cibernética, o que é pior), gritei sozinha em casa e fiz minhas amigas ficarem loucas com o meu ataque repentino.
Depois de tudo isso, encontrei-o numa festa. Cumprimentamo-nos normalmente, e eu até conversei com ele com muito mais candura do que antes. Falei que eu tinha que aceitar que era isso o que ele queria. E tudo ficou por aí...
Mas foi inevitável não ter dado um surto aquele dia. Não comi nada durante o dia inteiro e fiquei bebendo pra tentar esquecer os meus problemas e, principalmentem, esquecer que ele estava ali. Minha pressão baixou e eu desmaiei. E adivinha só quem me socorreu...
Por conta disso, passei a noite toda me acusando sobre as besteiras que eu havia feito. Era a festa de aniversário de uma amiga que eu não via há muito tempo e, ao invés de aprveitar aquele momento, eu simplesmente deixei-o passar com um surto irritante.
Depois disso, resolvi que queria dar um ponto final em toda essa história. Comecei a fazer de tudo para esquecê-lo e a tratar com indiferença todas as lembranças que eu tinha dele. Queria deixar pra trás um infantil daqueles...
Durante muito tempo, foi difícil. Lembrava-me dele toda hora e sentia uma imensa vontade de chorar, coisa que eu controlei muito devido ao meu orgulho. Mas, depois de um tempo, essa estranha dor foi passando. Acabei me esquecendo (mas não completamente) dele. Comecei a sair muito mais com as minha amigas, a me divertir em qualquer lugar que fosse. Tive uma gincana pra participar (a qual foi um sucesso aqui no condomínio), danças no colégio e peça de teatro. Me divertia como nunca. Comecei inclusive a sentir atração por outros rapazes, coisas que há muito tempo eu desconhecia por ter focado somente naquele "loiro" de 1,80m. Um, em particular, chamou-me a atenção, com um par reluzente de olhos verdes e cabelos cacheados. Só fui beijá-lo depois de muito tempo na enrolação mas, digo que de certa forma, valeu a pena. Por mais que a situação foi um tanto, hum, inusitada...
Por quê inusitada? Eu explico: o loirinho delícia lá voltou atrás com a decisão do "curtir a vida adoidado" dele. Me pediu desculpas por tudo o que ele havia feito, reconheceu que ele tinha sido um idiota comigo e tudo o mais. Conversamos pessoalmente, eu aceitei o pedido de desculpas dele e a gente voltou a se encontrar, dessa vez numa situação mais séria. Meus pais viraram a cara para mim. Afinal de contas, nenhum dos dois queria me ver sofrendo outra vez por causa disso... Tomei minha decisão e segui em frente.
Porém, nada foi como antes. Era uma relação estranha, um amor imperfeito. Acho que não basta apenas gostar da pessoa para aceitar algumas situações. Tem que amá-la. E amar sempre foi uma palavra que me causou pânico...
Comecei a ficar confusa a respeito de tudo. Lembrei-me daqueles outros olhos verdes e uma sensação de pavor me acometeu. Tive, finalmente, a oportunidade de beijá-lo. E, como eu mesma disse, não desperdicei a chance. Lembro-me de cada detalhe: das conversas que antecederam o fato, do nervosismo que me acometeu ( e olha que geralmente eu não fico nervosa), de quando ele me chamou pra perto dele, da língua deslizando pra dentro da minha boca com um piercing que até então nunca tinha sentido. Subi para o meu apartamento completamente desnorteada, sem saber o que eu queria.
A gota d'água em relação ao loirinho (mais uma vez), foi quando ele começou a desaparecer outra vez da minha vida. Em um sábado, inclusive, eu o avistei perto de casa, num shoppinho onde as pessoas costumam se reunir para conversar, tomar um chope e tudo o mais. Tenho certeza absoluta que, apesar de estar bem perto da minha casa, ele não faria a mínima menção de me chamar. Quando nos vimos, ele ficou com uma cara de tacho, do tipo: por essa eu não esperava. Cumprimentamo-nos de longe e falamos bem pouco. Ele disse que me ligaria. Mas não ligou.
Eis aqui a questão: cansei de viver com angustias e decepções desnecessárias. Cansei de esperar pelo duvidoso, de criar expectativas por uma coisa que eu não sei se realmente dará certo. Gosto, sim, dele. Mas não o suficiente.
Prefiro uma amizade legal do que siplesmente estar com uma pessoa gostando mais ou menos dela. Resolvi colocar um ponto final na história: terminei tudo o que não começamos pela internet mesmo, afinal é o único meio que ele sabe exatamente como se comunicar.
E quanto a mim, vou continuar vivendo a vida normalmente. Tive o apoio fenomenal dos meus amigos e da minha família a respeito disso. Minha mãe deu aquele ombro amigo do qual eu sei que preciso pra sempre. E até meu pai chamou-me para conversar, numa deliciosa prosa no qual ele dizia que "uma garota linda e inteligente como eu não poderia dar trela pra um zé roela como ele" e tantas outras coisas. Certamente, ouvir meu pai falar deixa qualquer pessoa absurdamente tímida ou confiante. Nessa situação, ele me fez acreditar em mim mesma e estar 100% confiante.
Foi deixar a vida fluir, aproveitar cada momento e amadurecer, é claro.
Afinal de contas, ninguém quer levar até o final da vida a dor e a delícia de um amor imperfeito.
E eu nunca estive tão feliz e segura de mim mesma!
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